segunda-feira, 10 de junho de 2013

Desejo compartilhar com meus colegas, minha apreciação pela leitura, escrita e narrativas.
Estou fazendo o curso de matemática e estamos vendo narrativa em matemática para trabalharmos com os alunos.
Nós professores estamos a todo momento narrando fatos aos alunos, contemplando todos os conteú-
dos.
Vou contar aqui meu gosto pela leitura, quem a dispertou. Sempre lembrando que meu pai era um leitor assíduo de vários genêros,minha mãe devorava revistas de fotonovela e na minha infância uma vizinha, que fazia na época o curso de normalista, lia livros, onde eu escutava e delirava com as personagens.
Vamos lá vou contar uma fato ocorrido quando eu estudava, vejam como foi bom: ( contei este fato no fórum do curso) :

   Cheguei na escola trêmula e assustada. Em seu encalço estava um bando de alunos.
   Os alunos corriam desabaladamente, pelo extenso pátio, onde a vista alcançava até a sala
da  sexta série. Nem uma palavra havia, apenas o professor de história selecionando poesias.
   Os alunos eram muitos, talvez trinta, todos armados com caderno, lápis e borracha.Apavorados, 
diziam cada vez mis depressa, ao mesmo tempo que sentiam que teriam que declamar poesias.
   Eu nem sabia sobre poesias direito. Comoum zumbido de uma flecha, ouvi o professor dizendo que iríamos trabalhr aspectos rurais através de poemas.
Que susto... Meu poema era Trem de Ferro, de Manuel Bandeira.
   Decorei o poema, recitei o poema, no ritmo do trem batendo palmas. Foi um sucesso, os alunos,
acompanhavam as palmas alegremente.
   Então passei a ler poesias, tomei gosto por outras leituras, principalmente livros de história, notícias
sobre o meu time, o palmeiras, 
   Aprendi rimas, versos e estrofes. Às vezes faço uma poesia, só para eu ler.
   Tiro as ideias das coisas que acontecem comigo no dia a dia. Sempre algo diferente aparece.

Maaateeemmaaatttiicccaaa...
derruba n´meros no chão
O caderno azul
me tira da solidão.

No boletim ela assusta o João
Que tinha cabelo enrolado
Sempre a brncar o espertalhão
Mas tinha um coração de melão.
Sempre a brincar o espertalhão
derruba números no chão

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